Bispo e cardeal

Em 4 de julho de 1958 foi nomeado pelo papa Pio XII Bispo auxiliar de Cracóvia. Recebeu a ordenação episcopal em 28 de setembro de 1958 na Catedral de Wawel (Cracóvia) das mãos do Arcebispo Eugeniusz Baziak. O lema que escolheu foi “Totus Tuus”, em relação à Virgem Maria, de um santo francês, Louis-Marie Grignion de Montfort. Aos 38 anos, tornou-se o Bispo mais jovem da Polônia.

Com início em outubro de 1962, o Bispo Karol Wojtyła paticipou do Concílio Vaticano II, onde contribuiu com dois de seus mais importantes produtos, o Dignitatis Humanae e o Gaudium et Spes.

Em 13 de janeiro de 1964 foi nomeado Arcebispo de Cracóvia por Paulo VI. Pronunciava-se com frequência nos debates conciliares, acentuando a abertura e a prontidão da Igreja para o diálogo com os homens em qualquer situação, a dedicação permanente e prioritária à evangelização em linguagem própria dos tempos atuais.

Em 1967 foi nomeado Cardeal, em 26 de junho, por Paulo VI. Em outubro desse mesmo ano, deveria participar do Sínodo Mundial de Bispos, em Roma. Porém, como o Cardeal Arcebispo de Varsóvia, Stefan Wyszynski, histórico opositor do regime comunista, não recebera passaporte para ir a Roma para participar também do Sínodo, em solidariedade o Cardeal Wojtyła não foi. No Sínodo de 1969, o Cardeal Wyszynski foi novamente escolhido como delegado pelos Bispos poloneses. Dessa vez, recebeu passaporte. Como o Cardeal Wojtyła fora convidado pessoal do Papa para o mesmo Sínodo, os dois foram juntos. Daí para frente, participou de todos os Sínodos (realizados de 3 em 3 anos), sendo que no de 1971 foi eleito secretário-geral do próprio Sínodo.


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